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De: 19/09/2013 14:54:44Emergentes comemoram manutenção dos estímulos nos EUA

Emergentes comemoram manutenção dos estímulos nos EUA

Principais afetados pela volatilidade provocada com a expectativa de mudanças na economia americana, os emergentes comemoraram a decisão do Fed (banco central dos EUA) de manter inalterado o programa de estímulos adotado em resposta à crise de 2008.

Países como Brasil, Índia e Turquia enfrentaram nos últimos meses uma fuga de capitais e a consequente desvalorização de suas moedas. O movimento se tornou uma ameaça ao equilíbrio das contas públicas nessas economias e provocou debates mundiais sobre o tema.

Investidores estrangeiros tiraram dinheiro dos mercados emergentes em antecipação a uma possível alta dos juros nos EUA diante da retomada da economia. A decisão de iniciar a retirada dos estímulos confirmaria a percepção de aquecimento.

O BC americano, contudo, surpreendeu o mercado ao anunciar ontem a manutenção do programa de compras mensais de US$ 85 bilhões em títulos públicos, usado como incentivo. As autoridades avaliaram ser necessário mais elementos que asseguram uma trajetória sustentável de recuperação.

Representantes do Ministério de Finanças da Índia afirmaram que a decisão pode garantir um aumento de 0,5 ponto percentual no crescimento da economia no curto prazo. "Foi uma grande surpresa, uma decisão muito positiva", afirmou o conselheiro econômico da pasta, Dipak Daspgupta.

Na China, a agência estatal oficial Xinhua considerou a manutenção dos estímulos uma escolha prudente do Fed.

"A esperança dos mercados emergentes é que os EUA e outras economias avançadas possam melhorar a coordenação e comunicação com o resto do mundo sobre o momento e as medidas da chamada redução, para que os mercados possam ter expectativas razoáveis", disse a agência.

O Ministro das Finanças da Turquia, Mehmet Simsek, vê um alívio temporário com a decisão, mas lembra que é preciso preparação para a redução do estímulos no futuro. "A decisão do Fed vai provocar um alívio temporário, mas a política atual não vai durar para sempre", diz.

No Brasil, o ministro Guido Mantega (Fazenda) previu uma calmaria no mercado de câmbio.

"A tendência é que haja uma calmaria neste mercado, o que vai beneficiar a realização dos negócios", disse Mantega. "Estamos caminhando para uma tranquilidade maior na área cambial".

MERCADOS

Como estavam fechados após o anúncio do Fed, os mercados de ações da Ásia e da Europa só repercutiram a medida do Fed hoje, com avanço. Já as Bolsas americanas, que subiram ontem depois da decisão, oscilam perto da estabilidade neste início de tarde.

Aqui, o principal índice da Bolsa brasileira, o Ibovespa caía 0,5% às 12h07, a 55.421 pontos. O índice passa por um ajuste à forte alta de 2,6% registrada ontem depois da reunião do BC americano.

No câmbio, o dólar se desvaloriza em relação à principais moedas globais, principalmente as de países emergentes.

A expectativa é que a manutenção do estímulo nos EUA freie, por ora, a saída de dólares dessas economias e, com a maior oferta, tende a ser menor a cotação da moeda americana.

Às 12h12, o dólar à vista, referência no mercado financeiro, caía 1,33% em relação ao real, cotado em R$ 2,209 na venda. No mesmo horário, o dólar comercial, usado no comércio exterior, subia 0,72%, a R$ 2,210.

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